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Controle de constitucionalidade

ADI 3934

Julgada em 27/05/2009, pelo Plenário. Relator: RICARDO LEWANDOWSKI. Origem: DF. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, por maioria e nos termos do voto do Relator, julgou improcedente a ação direta de inconstitucionalidade, vencidos os Senhores Ministros Carlos Britto e Marco Aurélio, que a julgavam parcialmente procedente nos termos de seus votos. Votou o Presidente, Ministro Gilmar Mendes. Ausente, licenciado, o Senhor Ministro Menezes Direito.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 3934. Relator: Min. Ricardo Lewandowski, 27 de maio de 2009. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=3934&classe=ADI. Acesso em: 1 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ARTIGOS 60, PARÁGRAFO

ÚNICO, 83, I E IV, c, E 141, II, DA LEI 11.101/2005. FALÊNCIA E

RECUPERAÇÃO JUDICIAL. INEXISTÊNCIA DE OFENSA AOS ARTIGOS 1º, III

E IV, 6º, 7º, I, E 170, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL de 1988. ADI

JULGADA IMPROCEDENTE.

I - Inexiste reserva constitucional de lei

complementar para a execução dos créditos trabalhistas decorrente

de falência ou recuperação judicial.

II - Não há, também,

inconstitucionalidade quanto à ausência de sucessão de créditos

trabalhistas.

III - Igualmente não existe ofensa à Constituição

no tocante ao limite de conversão de créditos trabalhistas em

quirografários.

IV - Diploma legal que objetiva prestigiar a

função social da empresa e assegurar, tanto quanto possível, a

preservação dos postos de trabalho.

V - Ação direta julgada

improcedente.