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Controle de constitucionalidade

ADI 1920

Julgada em 23/08/2006, pelo Plenário. Relator: EROS GRAU. Origem: BA. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

-O Tribunal, por unanimidade, julgou prejudicada a ação, nos termos do voto do Relator, que reformulou o voto proferido anteriormente. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 1920. Relator: Min. Eros Grau, 23 de agosto de 2006. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=1920&classe=ADI. Acesso em: 1 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ARTIGOS 3º, INCISO

VII, 5º E 28, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI N. 7.249/98 DO

ESTADO DA BAHIA. CENÁRIO LEGISLATIVO ESTADUAL AO TEMPO DA

PROPOSITURA DA PRESENTE AÇÃO DIVERSO DO EXISTENTE AO TEMPO DO

JULGAMENTO DO PEDIDO. LEIS ESTADUAIS POSTERIORES QUE REVOGARAM OS

PRECEITOS IMPUGNADOS. NOTÍCIA DA NÃO-VIGÊNCIA DOS ARTIGOS

ATACADOS TRAZIDA AO TRIBUNAL APÓS O INÍCIO DO JULGAMENTO E

POSTERIORMENTE AO VOTO DO RELATOR. REVOGAÇÃO SUPERVENIENTE DO

TEXTO NORMATIVO. PEDIDO PREJUDICADO. ARTIGO 102, I, "a", da

CB.

1. O ordenamento jurídico estadual era, ao tempo da

propositura da ação, distinto daquele existente ao tempo do

julgamento do pedido.

2. Leis estaduais posteriores revogaram

os preceitos impugnados na ação direta de inconstitucionalidade,

ao longo do seu processamento.

3. A petição que noticiou a

perda de objeto chegou a este Tribunal após o voto do Ministro

Relator, embora antes do voto da Ministra Cármen Lúcia, o que

permitiu apurar-se a perda superveniente de objeto.

4. Pedido da

ação direta de inconstitucionalidade prejudicado.