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Controle de constitucionalidade

ADI 2065

Julgada em 17/02/2000, pelo Plenário. Relator: SEPÚLVEDA PERTENCE. Origem: DF. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, por maioria, vencidos os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence (Relator), Marco Aurélio, Néri da Silveira e o Presidente (Ministro Carlos Velloso), não conheceu da ação direta. Redigirá o acórdão o Senhor Ministro Moreira Alves. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Celso de Mello.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 2065. Relator: Min. Sepúlveda Pertence, 17 de fevereiro de 2000. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=2065&classe=ADI. Acesso em: 1 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. MP 1911-9/99. NORMA

DE NATUREZA SECUNDÁRIA. VIOLAÇÃO INDIRETA. IMPOSSIBILIDADE DE EXAME

EM SEDE DE CONTROLE CONCENTRADO DE CONSTITUCIONALIDADE.

1. É

incabível a ação direta de inconstitucionalidade quando destinada a

examinar ato normativo de natureza secundária que não regule

diretamente dispositivos constitucionais, mas sim normas legais.

Violação indireta que não autoriza a aferição abstrata de

conformação constitucional.

Ação direta de inconstitucionalidade

não conhecida.