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Controle de constitucionalidade

ADI 2564

Julgada em 08/10/2003, pelo Plenário. Relator: ELLEN GRACIE. Origem: DF. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, por decisão unânime, julgou improcedente a ação. Votou o Presidente, o Senhor Ministro Maurício Corrêa. Impedido o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 2564. Relator: Min. Ellen Gracie, 8 de outubro de 2003. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=2564&classe=ADI. Acesso em: 1 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. DECRETO N.º 4.010, DE 12 DE

NOVEMBRO DE 2001. PAGAMENTO DE SERVIDORES PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO

FEDERAL. LIBERAÇÃO DE RECURSOS. EXIGÊNCIA DE PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO

PRESIDENTE DA REPÚBLICA.

Os artigos 76 e 84, I, II e VI, a, todos

da Constituição Federal, atribuem ao Presidente da República a

posição de Chefe supremo da administração pública federal, ao qual

estão subordinados os Ministros de Estado.

Ausência de ofensa ao

princípio da reserva legal, diante da nova redação atribuída ao

inciso VI do art. 84 pela Emenda Constitucional nº 32/01, que

permite expressamente ao Presidente da República dispor, por

decreto, sobre a organização e o funcionamento da administração

federal, quando isso não implicar aumento de despesa ou criação de

órgãos públicos, exceções que não se aplicam ao Decreto

atacado.

Ação direta de inconstitucionalidade cujo pedido se julga

improcedente.