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Controle de constitucionalidade

ADI 1969

Julgada em 28/06/2007, pelo Plenário. Relator: RICARDO LEWANDOWSKI. Origem: DF. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, à unanimidade e nos termos do voto do Relator, julgou procedente a ação direta. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Ausentes, justificadamente, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa e, neste julgamento, o Senhor Ministro Marco Aurélio.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 1969. Relator: Min. Ricardo Lewandowski, 28 de junho de 2007. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=1969&classe=ADI. Acesso em: 1 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. DECRETO 20.098/99, DO

DISTRITO FEDERAL. LIBERDADE DE REUNIÃO E DE MANIFESTAÇÃO PÚBLICA.

LIMITAÇÕES. OFENSA AO ART. 5º, XVI, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

I.

A liberdade de reunião e de associação para fins lícitos

constitui uma das mais importantes conquistas da civilização,

enquanto fundamento das modernas democracias políticas.

II. A

restrição ao direito de reunião estabelecida pelo Decreto

distrital 20.098/99, a toda evidência, mostra-se inadequada,

desnecessária e desproporcional quando confrontada com a vontade

da Constituição (Wille zur Verfassung).

III. Ação direta julgada

procedente para declarar a inconstitucionalidade do Decreto

distrital 20.098/99.