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Controle de constitucionalidade

ADI 2862

Julgada em 26/03/2008, pelo Plenário. Relator: CÁRMEN LÚCIA. Origem: SP. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, por unanimidade e nos termos do voto da relatora, não conheceu da ação direta. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, a Senhora Ministra Ellen Gracie (Presidente) e os Senhores Ministros Celso de Mello e Joaquim Barbosa (licenciado).

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 2862. Relator: Min. Cármen Lúcia, 26 de março de 2008. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=2862&classe=ADI. Acesso em: 1 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ATOS NORMATIVOS

ESTADUAIS QUE ATRIBUEM À POLÍCIA MILITAR A POSSIBILIDADE DE

ELABORAR TERMOS CIRCUNSTANCIADOS. PROVIMENTO 758/2001,

CONSOLIDADO PELO PROVIMENTO N. 806/2003, DO CONSELHO SUPERIOR DA

MAGISTRATURA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO, E RESOLUÇÃO SSP

N. 403/2001, PRORROGADA PELAS RESOLUÇÕES SSP NS. 517/2002,

177/2003, 196/2003, 264/2003 E 292/2003, DA SECRETARIA DE

SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. ATOS NORMATIVOS

SECUNDÁRIOS. AÇÃO NÃO CONHECIDA.

1. Os atos normativos

impugnados são secundários e prestam-se a interpretar a norma

contida no art. 69 da Lei n. 9.099/1995: inconstitucionalidade

indireta.

2. Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal pacífica

quanto à impossibilidade de se conhecer de ação direta de

inconstitucionalidade contra ato normativo secundário.

Precedentes.

3. Ação Direta de Inconstitucionalidade não

conhecida.